domingo, 30 de maio de 2010
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Começo a escrever ainda tocada pela experiência de ter ouvido, horas atrás, tantas coisas puras, sublimes, verdadeiras e singelas, embora expressas por duas únicas palavras. Hoje, domingo, 30 de maio de 2010, participei pela segunda vez do grupo de estudos de Trigueirinho, aqui em Campinas. Houve apresentação do coral do grupo. Nunca em minha vida eu conseguira extrair tanto de uma melodia, como hoje. Eram dois violões e uma flauta. Doces vozes masculinas iniciaram e, em cânone, delicadas vozes femininas em tons mais elevados, combinavam-se perfeitamente. Não havia como controlar a pele que insistia em permanecer arrepiada, nem as lágrimas que escorriam dos olhos fechados. O que mais me surpreendeu, no entanto, foi notar como a simplicidade pode nos falar coisas tão importantes. Disseram muito em uma única música. A letra? “Em Deus”. Apenas estas duas palavras foram cantadas, mas me disseram muito mais do que tudo o que eu já ouvi até hoje. E pensar que já paguei tantas vezes para assistir a shows de heavy metal... Não que eu não goste mais de heavy metal, mas o que eu ouvi hoje mudou algo em mim. É que depois de deixar entrar em mim música tão sublime, minha alma meio que se recusa a ouvir coisas menos elevadas.
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